SC tem uma região em estado grave, três em moderado e as demais em alto, indica Matriz de Risco

Pela segunda semana consecutiva, a Matriz de Risco Potencial divulgada neste sábado, 2, pelo Governo do Estado, segue apresentando melhora, sem região no risco gravíssimo (cor vermelha) para a Covid-19. Apenas a região Oeste está em risco grave (cor laranja), 13 regiões apresentam risco alto (cor amarela) e três foram classificadas para o risco potencial moderado (cor azul).

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O Vale do Itapocu segue com bons resultados, mantendo sua classificação em risco moderado. As regiões Alto Uruguai Catarinense e Extremo Oeste também estão com a cor azul, demonstrando melhora em seus índices. As três regiões apresentaram nível moderado para o quesito capacidade de atenção, que analisa a média de ocupação dos leitos de UTI Covid.

As regiões em risco alto são Alto Vale do Itajaí, Alto Vale do Rio do Peixe, Carbonífera, Extremo Sul, Foz do Rio Itajaí, Grande Florianópolis, Laguna, Médio Vale do Itajaí, Meio Oeste, Nordeste, Planalto Norte, Serra e Xanxerê.

Como a Matriz classifica o risco das regiões

O mapa de risco para a Covid-19 em Santa Catarina é baseado em quatro dimensões que devem ser interpretadas como um sinal de alerta. A primeira é a Gravidade, que mede a variável de óbitos na semana e a tendência de internação por Síndrome Respiratória Aguda Grave, ambas por 100 mil habitantes; a Transmissibilidade, cuja taxa de transmissibilidade – Rt é agrupada com o número de infectantes por 100 mil habitantes; o Monitoramento, que avalia as variáveis de cobertura vacinal em maiores de 18 anos com segunda dose ou dose única completa, bem como a variação de número de casos semanal; e também a Capacidade de Atenção, que analisa o média de ocupação dos leitos de UTI Covid.

O principal objetivo da Matriz de Risco é ser uma ferramenta de tomada de decisão. A nota final do mapa de risco considera um intervalo de variação mais adaptado para cada nível, sendo de 1 a 1,9 como moderado, 2 a 2,9 como alto, 3 a 3,9 como grave e igual a 4 como gravíssimo.

(Fonte Secretaria de Estado de Saúde)