Coluna Pelo Estado – Fiesc aponta que confiança do empresariado segue positiva

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Os dados foram publicados pelo Observatório Fiesc, nesta segunda-feira, 26, e mostram que o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) de Santa Catarina totalizou 57,2 pontos em abril. Mesmo sendo a terceira queda consecutiva, ainda mostra otimismo e está acima da média nacional, que registrou 53,7 pontos no mesmo período. Mesmo um tanto desconfiado e receoso com o momento pelo qual passa o país, o empresariado segue confiante na retomada do crescimento, sobretudo com o avanço, mesmo que tímido, da imunização da população. “Com o avanço da vacinação no país, bem como os efeitos do retorno do auxílio emergencial, espera-se uma melhora no indicador ao longo de 2021”, avalia o Observatório.

Conforme os dados da Fiesc, o índice varia de 0 a 100. “Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário e quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminada é a confiança. Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança do empresário. O indicador que mede as expectativas dos empresários com relação aos próximos seis meses mantém o otimismo de abril, apesar da queda em relação ao mês imediatamente anterior. O indicador registrou 59,7 pontos, o que representa uma queda de 0,4 pontos em relação a março. A oscilação pode estar relacionada à dificuldade de compra de matérias-primas e insumos, além do aumento de preços observado no curto prazo”, destaca a análise do Observatório Fiesc.

Em relação às condições atuais, o comportamento de queda acompanha a tendência nacional. No entanto, em Santa Catarina o indicador ainda se mantém positivo, acima do limiar de 50 pontos. Isso quer dizer que as condições atuais estão melhores que as condições dos últimos seis meses. Para Santa Catarina, o resultado no mês de abril foi de 52,2 pontos, enquanto para o Brasil foi de 44,9 pontos – indicando uma situação menos favorável no âmbito nacional.

Foto Divulgação/SCGÁS

Gás Natural

A ampliação da rede de Gás Natural acontece em nove municípios catarinenses em abril. Até o final do ano, a SCGÁS projeta investir mais de R$ 60 milhões para implantação de 80 quilômetros de rede. Obras de ampliação estão acontecendo em nove municípios catarinenses : Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Pouso Redondo, São José e Tubarão. A SCGÁS espera iniciar o fornecimento de gás natural a mais de 680 clientes entre unidades residenciais, indústrias e estabelecimentos comerciais.

LIDE Mulher SC

Com o objetivo de fortalecer a economia de Santa Catarina, o Grupo de Mulheres Líderes Empresariais de Santa Catarina – LIDE Mulher SC – realiza mentoria gratuita, na próxima quinta-feira, 29, das 18h30 às 20h30, com Luciana Nabarrete, diretora administrativa da Engie Brasil. São esperadas mais de 100 participantes no evento. Neste encontro, o público poderá acompanhar a mentoria para quatro empreendedoras dos setores de Turismo, Finanças, Administração e Saúde. O intuito é auxiliá-las a manter e recuperar os seus negócios por meio de orientações específicas para cada setor, como também inspirar e levar resoluções práticas às empresárias que acompanharão o evento. O evento online será gratuito, aberto ao público e acontecerá das 18h30 às 20h30.

Representante Comercial

O deputado federal Hélio Costa (Republicanos) é contrário aos projetos de lei que podem alterar a regulamentação da profissão de representante comercial. O parlamentar vai votar contra as matérias na Comissão de Trabalho, Administração e Serviços Públicos, a qual faz parte. Hélio Costa se reuniu com os diretores do Conselho Regional dos Representantes Comerciais de SC(CORE-SC) nesta segunda-feira, 26. Para Hélio, as propostas prejudicam os comerciantes e consumidores.

Agricultura Familiar

A deputada Luciane Carminatti (PT) está mobilizada com o setor da agricultura familiar para rever critérios e estender o prazo de execução do Programa de Aquisição de Alimentos em SC. O governo estadual não conseguiu aplicar nem 20% dos recursos destinados no último ano e está prestes a devolver à Brasília cerca de R$ 3,7 milhões. Um dos motivos é a exigência de nota fiscal eletrônica, que além de facultativa para operações dentro de Santa Catarina, exige uma série de recursos, como tecnologia, que os pequenos agricultores não têm.