Coluna Pelo Estado – Vacinas terão escolta especial até os municípios

Divulgação/SSP

O esquema de segurança para o transporte da vacina contra a Covid-19, que deve chegar a Santa Catarina na próxima semana já está montado e aguardando apenas a liberação por parte da Anvisa para que seja posto em prática.

Neste domingo, os cinco diretores da Agência de Vigilância Sanitária se
reunirão para decidir sobre a liberação ou não o uso emergencial das
vacinas Coronovac e Astrazeneca.

Os secretários de Segurança Pública de todo o país se reuniram virtualmente nesta sexta-feira, 15. O Coronel Charles Alexandre Vieira, presidente do Colegiado Superior da área representou Santa Catarina.

De acordo com informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a logística dos aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro até os demais Estados do país será realizada com escolta das Polícias Federal e Polícia Rodoviária Federal.

Caberá aos Estados a escolta realizada até os municípios e a segurança nos locais de armazenamento.

“Em Santa Catarina teremos todas as nossas forças de segurança focadas nesse trabalho que será efetuado pelas Polícias Militar, Civil, Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina e Instituto Geral de Perícias. Teremos, ainda, se necessário, todas as aeronaves das forças de segurança à disposição”, explicou o presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial de SC, Coronel BM Charles Alexandre Vieira.

A expectativa é de que as vacinas cheguem nesta segunda-feira, 18, e já na terça-feira, 20, inicia-se o transporte para os municípios.

As vacinas chegarão tanto por avião quanto por caminhão. No caso do transporte aéreo, a Secretaria da Saúde vai até o aeroporto de Florianópolis buscar o material para levar ao almoxarifado da própria SES. No caso do transporte terrestre, elas seguem direto para o armazenamento

Robson Valverde/SES

Desafio
O novo superintendente de Vigilância em Saúde (SUV) de Santa Catarina, Eduardo Macário, assume o posto com a experiência de quem atuou como diretor de Vigilância Epidemiológica no Governo do Estado (DIVE-SC) e estava no Ministério da Saúde nos últimos dois anos. Ele antecipa que o esquema de vacinação contra a Covid-19 será desafiador. “Será um grande desafio montar uma campanha de vacinação, talvez a maior campanha já feita no mundo, mas eu confio muito na capacidade do Estado e de todos os profissionais envolvidos. É para isso que existe o SUS”.

Volta ao trabalho
A deputada federal Angela Amin (PP) publicou em sua conta no twitter um pedido para que o Congresso Nacional encerre imediatamente o recesso e volte ao trabalho. A situação da pandemia e suas consequências, como o
agravamento da crise econômica, são apontadas pela parlamentar como motivos mais que suficientes para a retomada das atividades legislativas. “A emergência sanitária e os desafios impostos pela crise econômica são motivos mais que suficientes para p Congresso interromper o recesso e voltar a trabalhar em defesa dos interesses do país e sua gente”, publicou
a deputada.

Soja
A Epagri desenvolveu a plataforma Agroconnect para monitorar a favorabilidade da ferrugem da soja baseada nas condições da temperatura e umidade relativa do ar e da duração do molhamento foliar. Conhecida como ferrugem asiática e causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, esta é uma das principais doenças da cultura no Brasil, que pode acarretar a desfolha precoce e atrapalhar a completa formação dos grãos com consequente redução na produtividade.

Celesc
A Celesc recebeu denúncias de empresários de diversos portes sobre tentativas de golpes com contas falsas. A fim de prevenir e de evitar possíveis transtornos aos consumidores, a Celesc reforça detalhes importantes como: O e-mail deve ser o oficial, com o domínio @celesc.com.br); o banco é o Banco do Brasil; o beneficiário do pagamento deve ser Celesc Distribuição S.A.; a data de vencimento é escolhida pelo cliente; e a Celesc não solicita depósito em conta e não liga para solicitar dados do consumidor.

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