Ponto de Encontro, por Adão Jair Florencio

DIA DOS NAMORADOS

Dia 12 de junho foi Dia dos Namorados. Quantos namorados, hoje marido e mulher, alguns com filhos, ainda namoram?

O namoro para que o amor seja permanente, deve permanecer após o casamento, senão vira rotina. E rotina é o caminho para as brigas, desamor, fim do casamento.

O casal que namora pelo menos uma vez por semana tem sempre renovado seus laços conjugais: um jantar fora de casa, pode até ser um lanche; um passeio; uma flor, mesmo que seja singela. Um beijo como nos tempos de namoro por vezes inebria o relacionamento.

Muitos casais namoram dois, cinco meses e se casam. Nem se conhecem ainda.

Depois se casam e descobrem que têm muitas manias, “defeitos”, tiques que antes não sabiam e só agora percebem. E agora João? E agora Maria?

“Detesto quando ele me diz isso!”

“Não suporto quando ela veste aquela roupa!”

“Namorávamos ele me convidava mais para sair, para um role na city!”

“Agora só quer ficar em casa! Ele não fumava tanto antes, sabia que eu não gostava: agora devora um maço de cigarros por dia!”. Mas você não disse aos seus pais que já o conhecia o bastante para casar?

Casar é dividir tudo. Bons e maus hábitos. Bons aromas e aromas desagradáveis! A fartura e a miséria.

Não é em poucos dias que se conhece uma pessoa. Por vezes o casal convive até a morte e talvez ainda não se tenham conhecido o suficiente.

Casamento é aceitação. Casamento é humildade, é saber dizer sim, como também dizer não ao outro. Casamento para ser “até que a morte nos separe” há que haver comunhão do casal. Isso implica em aceitar o outro como ele é. Afinal só podemos mudar a nós mesmo.

Você ainda namora seu marido, ou vice-versa?

Com a chegada do primeiro filho o amor deveria se renovar, pois um depende do outro, não só para dar banho, trocar fraldas, mas principalmente para a educação do mesmo. Quantos filhos que são educados somente pela mãe! O pai sempre está ocupado em ganhar dinheiro ou outra ocupação qualquer, e quando vê o filho adolescente e com atitudes que ele reprova não se culpa, mas culpa a mãe que não o educou direito. Já vi e vejo esse filme em muitos lares.

E aí João!

E aí Maria!

Continuam namorando ou a convivência virou rotina?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *